Falaram para hoje não beber
Nas mesas dos botecos
Liguei para Fulano jurando amores
Apresentei-me voluntariamente a tanta gente
Dancei fora do ritmo
Borrei a minha maquiagem
Conversei com a Jukebox
Falei pelos cotovelos
Remexi muito o meu cabelo
Me diverti, ri alto e muito
Não beber?
Afinal a simplicidade dos momentos
O mero prazer de enlouquecer
A desculpa com poucos fundamentos
Garçom, mais uma
Este é um blog pessoal. Aqui você vai encontrar tudo de inútil e que você não precisa saber, além de muitos erros ortográficos e gramaticais.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Um pouco pra lá
Não diga que perdi
Não perdi nada
Nunca perdi o que não tive
Nunca acreditei que tive algo
Tive sim, sentimentos
Tive medo e fui em frente
Então me jogaram, me joguei por aí
Em qualquer buraco
Sobrevivi
Caí umas tantas vezes
Me levantaram, me levantei
Contemplei a arte
Me apaixonei
E a última vez acho que foi por mim
Não perdi nada
Nunca perdi o que não tive
Nunca acreditei que tive algo
Tive sim, sentimentos
Tive medo e fui em frente
Então me jogaram, me joguei por aí
Em qualquer buraco
Sobrevivi
Caí umas tantas vezes
Me levantaram, me levantei
Contemplei a arte
Me apaixonei
E a última vez acho que foi por mim
sábado, 5 de novembro de 2011
O muro
Nasci privilegiada
Sou latina americana
Vinda do país da cachaça
Minha raça é muito distinta
Suportamos todos os climas
Venho de um povo forte
Sofrendo muitos recortes
Muitos até vão pro norte
Crianças de rua
Miséria incontestável
Engolindo um governo desgraçado
Falcatrua irrevogável
Violência interrogavelmente explicável
E dizem: Haverá muita prosperidade!
Será que é para aqueles?
Vivendo à beira da marginalidade
Separados por um grande muro
Poucos falam desse grande absurdo
Sou latina americana
Vinda do país da cachaça
Minha raça é muito distinta
Suportamos todos os climas
Venho de um povo forte
Sofrendo muitos recortes
Muitos até vão pro norte
Crianças de rua
Miséria incontestável
Engolindo um governo desgraçado
Falcatrua irrevogável
Violência interrogavelmente explicável
E dizem: Haverá muita prosperidade!
Será que é para aqueles?
Vivendo à beira da marginalidade
Separados por um grande muro
Poucos falam desse grande absurdo
sábado, 8 de outubro de 2011
Ontem
Com o tempo, eu aprendi a ser muda
Muitas palavras ficaram só em meus pensamentos
Apesar de tudo, eu tentei
Eu quis ir além de um limite imaginário
E foi com você, minha perfeita definição de piada
Tentei afastar os seus fantasmas
Quis ser devota a você
Nunca soube o porquê
E ao me perguntar, tentei entender
Busquei satisfazer todos os seus desejos
Ontem a noite bebi em sua homenagem
Silenciosamente agradeci a você
Suas singularidades, sua genuinidade
Agradeci a nós
Nossos momentos, nossas circunstâncias
Muitas palavras ficaram só em meus pensamentos
Apesar de tudo, eu tentei
Eu quis ir além de um limite imaginário
E foi com você, minha perfeita definição de piada
Tentei afastar os seus fantasmas
Quis ser devota a você
Nunca soube o porquê
E ao me perguntar, tentei entender
Busquei satisfazer todos os seus desejos
Ontem a noite bebi em sua homenagem
Silenciosamente agradeci a você
Suas singularidades, sua genuinidade
Agradeci a nós
Nossos momentos, nossas circunstâncias
sábado, 10 de setembro de 2011
Un altro sbaglio
Não quis ver o que parecia óbvio
Desenvolvi erros incontroláveis
Na tentativa de melhorar como ser humano
Errei mais uma vez, me enganei então
Deixei tudo me levar, sem pensar
Sem controlar, sem medir, sem refletir
Mais uma vez menti, disse que tudo ficaria bem
Em um momento de realidade, abri os olhos
Ganhei como presente um nó em minha garganta
Uma grande vontade de me expressar
Mas sem coragem de me expor
O fato reflete em meu ser
Demostra quem sou, quem fui
A burra, a inocente, a otária, a ingênua
Desenvolvi erros incontroláveis
Na tentativa de melhorar como ser humano
Errei mais uma vez, me enganei então
Deixei tudo me levar, sem pensar
Sem controlar, sem medir, sem refletir
Mais uma vez menti, disse que tudo ficaria bem
Em um momento de realidade, abri os olhos
Ganhei como presente um nó em minha garganta
Uma grande vontade de me expressar
Mas sem coragem de me expor
O fato reflete em meu ser
Demostra quem sou, quem fui
A burra, a inocente, a otária, a ingênua
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Mais perto
Abismo de solidão
Me joguei
Vivi o desprazer
De me ter mais perto
Pedi o que é seguro
Encontrei o incerto
Enlouqueço com o que me faz bem
Cautelosamente calculo o tempo
Vagarosamente me permito
Indiscutivelmente mais perto
Me joguei
Vivi o desprazer
De me ter mais perto
Pedi o que é seguro
Encontrei o incerto
Enlouqueço com o que me faz bem
Cautelosamente calculo o tempo
Vagarosamente me permito
Indiscutivelmente mais perto
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Futuramente
A minha mente misturou a mentira e a verdade
Neste momento estou vivendo outra realidade
Planejando caminhar em terras estrangeiras
Sou apenas mais uma aventureira
Pretendo ver montanhas e também vulcões
Estarás atento e me encontrarás no meio dos foliões
Observando lugares longes e tão perto
Me sentindo como um inseto
Correndo e suando estando parada
Me preparando para uma próxima vida-piada
Agindo inconseqüente
Tentando aprender e estimulando a mente
Olhando para frente e distante
Apenas mais uma seguindo adiante
Neste momento estou vivendo outra realidade
Planejando caminhar em terras estrangeiras
Sou apenas mais uma aventureira
Pretendo ver montanhas e também vulcões
Estarás atento e me encontrarás no meio dos foliões
Observando lugares longes e tão perto
Me sentindo como um inseto
Correndo e suando estando parada
Me preparando para uma próxima vida-piada
Agindo inconseqüente
Tentando aprender e estimulando a mente
Olhando para frente e distante
Apenas mais uma seguindo adiante
sábado, 19 de março de 2011
Meu porto seguro
A eternidade é tão banal
Já a vivi algumas vezes
O porto seguro é tão inseguro
Vive mudando de lugar
Levadas pelo forte vento
As coisas mais importantes sobreviveram
Parada pela falta do vento
O que momentaneamente foi sincero se revelou
Os detalhes só vêm para adicionar
Adiante sigo e deixo tudo me levar
Até os sentimentos mais loucos
Em mim têm um pequeno lugar
E futuramente eu sei
Meu porto seguro novamente mudará
Já a vivi algumas vezes
O porto seguro é tão inseguro
Vive mudando de lugar
Levadas pelo forte vento
As coisas mais importantes sobreviveram
Parada pela falta do vento
O que momentaneamente foi sincero se revelou
Os detalhes só vêm para adicionar
Adiante sigo e deixo tudo me levar
Até os sentimentos mais loucos
Em mim têm um pequeno lugar
E futuramente eu sei
Meu porto seguro novamente mudará
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Fases
Sou mutante, adaptável
E em meu mundo quase tudo é agradável
Me privando do medo ou receio
Vou seguindo e vivendo os meus devaneios
Escutando a todos, incluindo médicos e loucos
Absorvendo idéias e aprendendo aos poucos
Vivo tudo como se fosse uma aventura
Ei, olhem para mim!
Estou aqui para contar algumas loucuras
Aprendi a ter calma e paciência e as uso com conveniência
Gosto da agitação e de ser inconsequente
Estou me evitando constatemente
Críticas construtivas que abalam as pilastras
Garçom, uma cerveja ou uma cachaça!
Usando a burrice, inocência ou sabedoria
Seguindo em frente e aprendendo com a vida
E em meu mundo quase tudo é agradável
Me privando do medo ou receio
Vou seguindo e vivendo os meus devaneios
Escutando a todos, incluindo médicos e loucos
Absorvendo idéias e aprendendo aos poucos
Vivo tudo como se fosse uma aventura
Ei, olhem para mim!
Estou aqui para contar algumas loucuras
Aprendi a ter calma e paciência e as uso com conveniência
Gosto da agitação e de ser inconsequente
Estou me evitando constatemente
Críticas construtivas que abalam as pilastras
Garçom, uma cerveja ou uma cachaça!
Usando a burrice, inocência ou sabedoria
Seguindo em frente e aprendendo com a vida
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