Não diga que perdi
Não perdi nada
Nunca perdi o que não tive
Nunca acreditei que tive algo
Tive sim, sentimentos
Tive medo e fui em frente
Então me jogaram, me joguei por aí
Em qualquer buraco
Sobrevivi
Caí umas tantas vezes
Me levantaram, me levantei
Contemplei a arte
Me apaixonei
E a última vez acho que foi por mim
Este é um blog pessoal. Aqui você vai encontrar tudo de inútil e que você não precisa saber, além de muitos erros ortográficos e gramaticais.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
O muro
Nasci privilegiada
Sou latina americana
Vinda do país da cachaça
Minha raça é muito distinta
Suportamos todos os climas
Venho de um povo forte
Sofrendo muitos recortes
Muitos até vão pro norte
Crianças de rua
Miséria incontestável
Engolindo um governo desgraçado
Falcatrua irrevogável
Violência interrogavelmente explicável
E dizem: Haverá muita prosperidade!
Será que é para aqueles?
Vivendo à beira da marginalidade
Separados por um grande muro
Poucos falam desse grande absurdo
Sou latina americana
Vinda do país da cachaça
Minha raça é muito distinta
Suportamos todos os climas
Venho de um povo forte
Sofrendo muitos recortes
Muitos até vão pro norte
Crianças de rua
Miséria incontestável
Engolindo um governo desgraçado
Falcatrua irrevogável
Violência interrogavelmente explicável
E dizem: Haverá muita prosperidade!
Será que é para aqueles?
Vivendo à beira da marginalidade
Separados por um grande muro
Poucos falam desse grande absurdo
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